prioridade
HUBTEA
Programa de Antecipação Extrema: Detecção de sinais de risco e intervenções precoces naturalísticas.
Problema
O gargalo nas filas de triagem e laudo, a escassez de profissionais, a perda da janela de oportunidade neuroplástica da criança e a sobrecarga da jornada de cuidados da mãe atípica.
Solução
Solução digital para capacitação, execução e monitoramento do fluxo do autismo, aplicada pela equipe de atenção básica municipal, sem necessidade de aporte estrutural ou de pessoal.
Diferenciais
Inovação
Tipos de inovação aplicados
O HUB-TEA inova na gestão de processos na Atenção Básica com o P1-TEA: um programa de antecipação extrema que rastreia sinais de risco de TEA nas consultas de puericultura no 1º ano de vida, capacitando a família para estimulação precoce no lar sem criar novos custos à gestão pública.
Impacto
Como geramos impacto
Impacto sistêmico – contribui para transformação estrutural de um setor, território ou comportamento social.
Beneficiários
Pessoas, grupos ou comunidades diretamente impactadas pelas ações e soluções do negócio.
Alcance
Número de beneficiários diretos alcançados nos últimos 2 anos.
101 a 200
Os resultados de impacto mais relevantes alcançados refletem a transformação direta na ponta, onde já é perceptível a forte recomendação espontânea de nossos livros e cursos:
1. Para os Profissionais: Contribuímos para elevar a qualidade, a precisão e a eficiência no trabalho clínico e acadêmico, fornecendo bases teóricas sólidas indispensáveis para aprendizagem e aquisição de novas habilidades para crianças com TEA;
2. Para as Famílias: Promovemos mais clareza, segurança e entendimento sobre o TEA e o neurodesenvolvimento de seus filhos – um pouco de conforto.
3. Para as Crianças: Acreditamos que diversas crianças com autismo já estão sendo diretamente beneficiadas nas clínicas, escolas e lares, ao receberem intervenções pautadas na neurobiologia funcional abordada em nossas produções.
1. Para os Profissionais: Contribuímos para elevar a qualidade, a precisão e a eficiência no trabalho clínico e acadêmico, fornecendo bases teóricas sólidas indispensáveis para aprendizagem e aquisição de novas habilidades para crianças com TEA;
2. Para as Famílias: Promovemos mais clareza, segurança e entendimento sobre o TEA e o neurodesenvolvimento de seus filhos – um pouco de conforto.
3. Para as Crianças: Acreditamos que diversas crianças com autismo já estão sendo diretamente beneficiadas nas clínicas, escolas e lares, ao receberem intervenções pautadas na neurobiologia funcional abordada em nossas produções.
Documentos e evidências
Galeria de Fotos
Próximos passos
Visão para o Futuro
Nos próximos 12 a 24 meses, nossa atuação estratégica focará na expansão do Programa P1-TEA como tecnologia social de referência para a Atenção Primária à Saúde (APS) e na sofisticação da mensuração do impacto:
1. Rigor em Governança e Medição: Estruturação de relatórios e reportes periódicos alinhados aos princípios de precisão, materialidade e transparência da Global Reporting Initiative (GRI);
2. Padronização Global de Indicadores: Adoção da taxonomia oficial do catálogo mundial IRIS+ (GIIN) para monitorar métricas de Saúde Mental, Primeira Infância e Inclusão Social, além do cálculo do Retorno Social sobre o Investimento (SROI).
Na prática: Os relatórios de desempenho e impacto serão apresentados em dashboards na própria plataforma do P1-TEA, alimentados diretamente e em tempo real pelos profissionais da atenção básica durante os atendimentos.
1. Rigor em Governança e Medição: Estruturação de relatórios e reportes periódicos alinhados aos princípios de precisão, materialidade e transparência da Global Reporting Initiative (GRI);
2. Padronização Global de Indicadores: Adoção da taxonomia oficial do catálogo mundial IRIS+ (GIIN) para monitorar métricas de Saúde Mental, Primeira Infância e Inclusão Social, além do cálculo do Retorno Social sobre o Investimento (SROI).
Na prática: Os relatórios de desempenho e impacto serão apresentados em dashboards na própria plataforma do P1-TEA, alimentados diretamente e em tempo real pelos profissionais da atenção básica durante os atendimentos.
Conexões