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Processamento e comercialização de alimentos nativos da Amazônia (liofilização & óleos essenciais) - PCT

Jordão / AC Dinamizador Biodiversidade, Bioeconomia, Tecnologias Verdes e Indústria Sustentável
Problema

Comunidades indígenas e ribeirinhas de Jordão perdem toneladas de frutas nativas anualmente por falta de tecnologia de beneficiamento, gerando pobreza e pressão sobre a floresta.

Solução
Processamos frutas nativas amazônicas por liofilização e desidratação, gerando renda digna para produtores locais e criando incentivo econômico concreto para manter a floresta em pé.
Diferenciais

Inovação

Tipos de inovação aplicados
Produto Serviço Social Ambiental Cadeia de Valor Governança Impacto Financiamento
Liofilização de frutas nativas amazônicas raras (açaí, patauá, buriti) certificada como Tecnologia Social. Cadeia produtiva de comércio justo com comunidades Huni Kuin e ribeirinhas. Cooperativa em estruturação com governança participativa e protagonismo feminino.
Impacto

Como geramos impacto

Intencionalidade
Missão de impacto como prioridade principal. A razão de existir do negócio é gerar impacto social e/ou ambiental. A sustentabilidade financeira é importante, mas serve principalmente para viabilizar a missão.
Tipo de impacto
Impacto sistêmico – contribui para transformação estrutural de um setor, território ou comportamento social.

Beneficiários

Pessoas, grupos ou comunidades diretamente impactadas pelas ações e soluções do negócio.

Agricultores familiares Crianças e adolescentes Extrativistas

Alcance

Número de beneficiários diretos alcançados nos últimos 2 anos.

Acima de 500
Resultados alcançados
Desde 2021, o Instituto mobilizou mais de R$3 milhões em saúde, educação e meio ambiente em Jordão, um dos municípios mais isolados do Brasil. Realizamos mais de 50.000 atendimentos médicos, integrando medicina ocidental, indígena e integrativa para populações Huni Kuin e ribeirinhas. Construímos 3 escolas-laboratórios e reformamos 2. Implantamos 6 sistemas de saneamento ecológico e cultivamos mais de 1.500 espécies nativas em nosso viveiro. Preservamos aproximadamente 300 hectares de floresta amazônica.
Na bioeconomia, desenvolvemos tecnologia de liofilização certificada pela Fundação Banco do Brasil como Tecnologia Social. Geramos mais de 10 empregos diretos para ribeirinhos e indígenas com pouca ou nenhuma renda prévia, criando alternativa econômica concreta ao desmatamento. Nosso primeiro lote de açaí liofilizado esgotou 100% em feira nacional, com interesse de compradores em São Paulo e internacionais aguardando regularização sanitária. Apoiamos a Associação de Mulheres Negras e a

Galeria de Fotos

Próximos passos

Visão para o Futuro

Nos próximos 12 a 24 meses, o Instituto avançará em três frentes simultâneas. Na produção, a chegada do novo liofilizador em agosto de 2026 dobrará nossa capacidade produtiva, permitindo atender a demanda reprimida de compradores nacionais e internacionais já identificados. Iniciaremos o processo de certificação ANVISA para viabilizar exportação em larga escala de frutas nativas amazônicas liofilizadas.
Na estrutura comunitária, formalizaremos a cooperativa de produtores indígenas e ribeirinhos, garantindo governança participativa, precificação justa e distribuição equitativa de renda. Ampliaremos o número de famílias produtoras das Reservas Extrativistas do Alto Tarauacá e Terras Indígenas do Rio Jordão.
Na gestão e impacto, implementaremos sistema de monitoramento de resultados socioambientais — rastreando renda gerada por família, hectares protegidos e diversidade de espécies manejadas. Buscaremos novos editais nacionais e internacionais, incluindo o
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